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10/04/18

SIEM REAP . CAMBOJA

Durante o planeamento da nossa viagem pela Ásia foram muitas as vezes que nos perguntámos se valeria a pena ir ao Camboja em vez de ir à Malásia... e ainda bem que concordámos em arriscar! Foi o país que mais nos surpreendeu e que nos deixou umas saudades imensas de voltar.

Aterrámos em Siem Reap (o visto foi feito na hora à chegada ao aeroporto) e fomos logo recebidos pelo motorista do hotel onde ficámos hospedados nas primeiras duas noites.
TIP: Muitos hotéis têm esta opção (Airport pick-up/transfer) e para viagens tão cansativas como a nossa foi um bonus não ter de voltar a regatear uma tuktuk para o centro da cidade.

Estávamos sem palavras para o cenário. Terra vermelha, trânsito caótico, crianças a conduzir, animais no meio da estrada, mercados por todo o lado e uma energia fora do normal. Foi difícil absorver tanta informação ao mesmo tempo, estavam 38 graus e nós só precisávamos de um banho para nos sentarmos a programar os próximos quatro dias.

🇬🇧
During the planning of our trip through Asia we asked ourselves many times if it would be worth it going to Cambodia instead of going to Malaysia... and thankfully we agreed to risk on it! It was the country which surprised us the most and left an enormous will to come back.
We landed in Siem Reap (the visa was done when we arrived at the airport) and we were immediately welcomed by the hotel’s driver, who took us the hotel where we’d stay for the first two nights.
TIP: Many hotels have this option (Airport pick-up/transfer) and for trips as tiresome as ours it was a bonus not having to haggle for a tuktuk to the city center.
We were overwhelmed. Red soil, chaotic traffic, children driving, animals in the middle of the road, markets everywhere and an out of the ordinary energy. It was difficult to take in so much information at the same time, it was 38ºC and the only thing we needed was a bath so we could settle and plan the next four days.








ONDE FICAR?

Chegámos ao hotel de boca aberta (mas ainda não tínhamos visto nada!), fomos recebidos com chá gelado e encaminhados para o nosso quarto. Um dos hotéis mais incríveis onde alguma vez estivemos, pela historia, pela beleza, pela arquitectura e pela simpatia de todas as pessoas que lá trabalhavam.
Em frente ao Royal Garden, o Victoria Angkor Resort & Spa foi inspirado na arquitectura colonial francesa e fica a pouco metros do centro. É um verdadeiro oasis em plena cidade, com mobiliário em madeira escura em harmonia com a arquitectura. Parecia que tínhamos recuado no tempo.
Toda a decoração dos quartos com um toque colonial, o nosso inspirado na história da antiga Indochina.

🇬🇧
When we arrived at the hotel we were speechless (but we hadn’t seen anything yet!), we were welcomed with iced tea while we were taken to our bedroom. This is one of the most incredible hotels we’ve ever stayed at, due to its history, its beauty, its architecture and its staff’s sympathy.
In front of the Royal Garden, the Victoria Angkor Resort & Spa was inspired by French colonial architecture and it’s close to the city center. It truly is an oasis in the middle of the city, with dark wood furniture in such harmony with the overall architecture. It seemed as if we had gone back in time. Each room decorated with a colonial touch, ours was inspired by Indochina’s history.





Nos últimos dois dias ficámos hospedados no Greenleaf, uma opção mais em conta mas igualmente fantástica. 
Mais um pequeno oasis a poucos minutos do centro com um pormenor importante: uma organização sem fins lucrativos criada para ajudar unicamente as aldeias locais, para que todos possam ter acesso a educação e a água potável.
Fomos recebidos pelo Lin como se fizéssemos parte da família e foi aqui que ouvimos falar pela primeira vez em "turismo consciente".

🇬🇧
On the last two days we stayed on Greenleaf, an option less expensive but also fantastic.
Another little oasis a few minutes from down town with an important detail: an non-profit organization created exclusively to help the local villages, so everyone can be educated and have access to drinking water. We were greeted by Lin as if we were family and that was the first time we heard of “conscious tourism”.












HIGH LIGHTS:

- ANGKOR WAT
Angkor Wat é sem dúvida uma experiência incrível e uma boa razão para visitar Siem Reap, é um complexo de 50 templos (antiga capital do império Khmer) com influencias hindus e budistas impossíveis de ver num dia só. 
Comprámos o pass de um dia sabendo que iria ficar muito para ver e em vez de termos alugado uma tuktuk como nos tinham aconselhado decidimos alugar mota (best option ever!), estávamos por nossa conta.
Alugar uma tuktuk é uma boa opção para quem quer evitar o pânico das estradas do Camboja mas aconselho a regatearem valores, se gostarem do motorista paguem para vos mostrar os templos por um dia, vai ser o vosso melhor guia!
É impossível visitar Angkor a pé e sem um bom plano, são quilómetros e quilómetros de um templo ao outro por isso alugar mota ou bicicleta é uma optima opção.
Não fomos ver o sol nascer por trás dos templos como manda a tradição mas mais uma vez aconselho a evitar as horas de maior calor, o calor é imenso e visitar os templos nestas condições torna-se missão impossível. 
TIP: Visita também templos mais pequenos, são igualmente incríveis e não vão estar atolados de turistas.

🇬🇧
- ANGKOR WAT
Angkor Wat is, without a doubt, an incredible experience and a good reason to visit Siem Reap, it is an area with 50 temples (former Khmer empire’s capital) with Hindu and Buddhist’s influences, impossible to see in only one day.
We bought the one day pass knowing a lot would be left unseen and instead of getting a tuktuk we decided to rent a motorcycle (best option ever!), we were on our own.
Renting a tuktuk is a good option for whoever wants to avoid the panic of Cambodia’s roads but I advise you to haggle the prices. In addiction, if you like your driver you can pay him to show you the temples for a whole day, he’ll be your best guide!
It’s impossible to visit Angkor on foot and without a good plan, there are kilometers and kilometers between the temples so renting a motorcycle or a bike is a great option.
We didn’t see the sunrise behind the temples as it is as a tradition but, once again, I advise you to avoid the hottest hours, the heat is intense and visiting the temples in this conditions becomes mission impossible.
TIP: Visit the smaller and less known temples, they’re as incredible and they won’t be as crowded.



- NIGHT MARKETS
Como em toda a Ásia os night markets são o melhor plano para o serão mesmo depois de um dia de passeio. Em Siem Reap não é excepção, há mercados em cada esquina, comida mais em conta e música, muita música. 
Quem já lá foi sabe do que falo, as ruas principais enchem-se de pequenas bancas ambulantes onde servem bebidas e, por norma, cada uma com um computador onde os clientes metem música a gosto. É de loucos, estas bancas metem a música TÃO alto para competirem umas com as outras que fica impossível conversar com o parceiro do lado.
Caótico mas muito engraçado!
    TOP markets: 
    - Angkor Night Market
    - Old Market
    - Siem Reap Art Centre Markets

- HIDRATAÇÃO
Faz calor, muito calor, e por norma os preços nas zonas turísticas disparam de forma absurda, por isso é melhor prevenir do que pagar 4€ por uma garrafa de meio litro de água. 

- AS PESSOAS
São dos povos mais simpáticos que alguma vez conheci, são amáveis, prestáveis, divertidos e falam muito bem ingles! É impossível não nos lembrarmos das semanas no Camboja sem um brilho nos olhos, todas as pessoas que fomos conhecendo pelo caminho deixaram a sua marca. Até mesmo a miúda a quem alugámos a mota durante 4 dias em SiemReap que me abraçou e gritou "I LOVE YOU!" quando percebeu que não iamos voltar no dia a seguir! Ahah true story! 

- COUNTRYSIDE
É verdade, o transito em Siem Reap pode ser caótico porque não há regras mas assim que nos afastamos do centro o cenário é outro. Explorar as redondezas pode ser fascinante, pegámos na mota e fomos sem rumo para sul encontrámos templos incríveis à beira da estrada, campos de arroz de perder a vista e vilas piscatórias.

- MOEDA
No Camboja a moeda utilizada é o Riel, no entanto é comum usar-se o Dólar Americano (nós usámos sempre o Dólar e nunca tivemos problemas). Para quem viaja pelo sudoeste asiático pode ser um choque visto que é bem mais caro do que os países vizinhos (aqui já não encontramos refeições maravilhosas a 1€!), os preços estão altamente infeccionados especialmente nas zonas turísticas.

🇬🇧
- NIGHT MARKETS
As it is throughout Asia, the night markets are the best plan for finishing your evening, even after a long day. In Siem Reap it isn’t an exception, there’s markets in every corner, cheaper food and music, lots of music.
Who has been there knows what I’m talking about, the main streets get full of little stands where they serve drinks and each one has a computer so the clients can choose which song to play. It’s crazy, those stands put the music so loud to compete with one another that speaking with your friends becomes impossible. Chaotic but very funny!
    TOP markets: 
    - Angkor Night Market
    - Old Market
    - Siem Reap Art Centre Markets

- HYDRATION
The temperatures are very very high and most of the time the prices rise ridiculously in touristic areas. The best thing is to prevent yourself and bring your own instead of paying 4€ for a 1,5L water bottle.

- PEOPLE
They’re one of the most sympathetic people I’ve ever met, they’re lovely, helpful, entertaining and they speak English pretty well! It’s impossible not to remember our week in Cambodia without a sparkle in our eyes. Every single person we met along the way left their mark, even the girl who rent us the motorcycle for four days in Siem Reap, she hugged me and screamed "I LOVE YOU!" when she understood we wouldn’t come back the following day! Ahah true story!

- COUNTRYSIDE
It’s true, the traffic in Siem Reap can be chaotic because there’s no rules but once we get away from the city center the scenario is completely different. Exploring the outskirts can be fascinating, we got on the motorcycle and drove south without a destiny, we found amazing temples on the side of the road, not ending rice fields and piscatory villages.

- CURRENCY
In Cambodia the actual currency is the Riel, however the US Dollar is also commonly used (we always used the US Dollar and we never had problems). For people who are travelling through southeast Asia it can be a shock since it’s a lot more expensive than the surrounding countries (here we don’t find wonderful 1€ meals), the prices are highly inflated, specially in touristic areas.





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29/03/18

HOME . O inicio

Nos últimos tempos as nossas aventuras têm sido bem diferentes do normal. Tenho partilhado no instastories a reabilitação da nossa primeira casa e têm sido tantas as mensagens que decidi partilhar um bocadinho convosco. 
Perguntam-me sobre o aluguer de casas em Lisboa e mesmo sobre todo o processo de remodelação e decoração, isto dava um post gigante sobre a inflação ridícula dos preços das casas em Lisboa, os problemas que os jovens têm em conseguir sair da casa dos pais e todas as alternativas a estes problemas. Vou tentar ser breve.

Quem anda à procura de casa para comprar ou alugar sabe as dores de cabeça que tem tido, os "refresh" matinais a todos os sites imobiliários, as tentativas de aluguer falhadas, as visitas aos imóveis com mais 50 pessoas em desespero... enfim. É todo um processo frustrante e cansativo nos dias que correm.
No nosso caso estivemos mais de meio ano nessas andanças, eu esperei, desesperei, desisti da ideia e tive de procurar alternativas. Sair da caixa
Não herdei uma casa e nesta fase da vida dar mais de 800€ por um T2 em Lisboa estava fora de questão (cof cof.. quem está actualizado sabe que 800€ por um T2 é quase uma miragem).
Dei voltas à cabeça a procurar uma alternativa e em desespero lembrei-me de uma antiga casa que estava desabitada há anos, ninguém sabia a quem pertencia ou o que iam fazer à casa e foi aqui que tivemos de nos mexer.
Não foi fácil, foram meses à espera de respostas, de conversas sem  fim! A verdade é que conseguimos um acordo fantástico e o facto de sermos nós a fazer as obras era um BONUS.
Para alguns seria uma verdadeira dor de cabeça mas para nós foi a cereja no topo do bolo.

. A CASA
Obviamente que uma casa desabitada tem muito que se lhe diga, assim que começámos a partir paredes percebemos que o budget ia subir. Canalização antiga e degradada, novas regras de instalação de gás, espaços pequenos, infiltrações, etc etc etc.
"Quem te mandou meteres-te nestas andanças?!". Não o trocava por nada, definimos um budget, pedimos mil orçamentos e avançámos. 
Para controlar os gastos (e porque eu e o Bruno adoramos meter a mão na massa) a maior parte da mão de obra está a ser feita por nós, portanto tudo o que é partir paredes, lixar, pintar e restaurar está do nosso lado. Acreditem ou não mas sem mão de obra estamos a poupar muito dinheiro.

Quanto à decoração, já temos uma ideia do que queremos mas estamos a focar-nos num compartimento de cada vez. 
Não vamos revelar já tudo mas deixo aqui um pequeno moodboard que criei para o wc, que apesar de pequenino tem um potencial incrível! 









Vou actualizando por fases toda esta aventura. Se precisarem de dicas ou mesmo de contactos para obras enviem mensagem, tenho todo o gosto em ajudar.
Digam-me o que acham e partilhem as vossas ideias!

A.







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22/02/18

Less Baixa

Para variar um bocadinho hoje escrevo para vos fazer salivar e não para terem vontade de fazer as malas.
Conheci o restaurante Less Baixa em Novembro, num workshop da Martini, e desde aí que fiquei maravilhada com espaço. O Less fica na Rua dos Fanqueiros, no 8º andar do edifício da Polux, uma das lojas mais antigas de Lisboa, com uma vista soberba sobre a cidade de Lisboa.

Ontem decidimos ir experimentar. A carta não é grande mas tem tudo para te deixar a babar: tártaros, risottos e grelhados, de chorar por mais! Começámos pela tábua de queijos com compota de abóbora, depois o tártaro de bacalhau com espuma de coentros (divinal!), para ele o Lombo da vazia e para mim o risotto de tomate seco e amêndoa torrada com bacalhau fumado (que te vai fazer voltar a este restaurante vezes sem conta, acredita!)


Nada melhor que desfrutar do dia solarengo no terraço com as bebidas do chefe (Mojito Pink e a Sangria Porto pink), ficam aqui as fotografias para vos deixar com água na boca.










Morada: Pollux, Rua dos Fanqueiros, 276, 8º (Baixa), Lisboa
Telefone: 91 320 4373
Horário: De segunda a quarta, das 10h às 20h. De quinta a sábado, das 10h às 00h
Preço Médio: 40€ para duas pessoas


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Love
A.
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17/02/18

Koh Lanta . Thailand

Koh Lanta era a ilha que estávamos mesmo a precisar! Uma ilha tranquila, com poucos turistas e muito pouco explorada. Não é a ilha mais bonita da Tailândia mas é de passagem obrigatória.
Infelizmente não tivemos muita sorte, foram 4 dias de chuva e céu cinzento, tempestades no mar e praias cobertas de lixo.
Por esta razão não conseguimos aproveitar as praias magnificas da ilha e as excursões a outras ilhas mais próximas, no entanto, explorámos a ilha de mota mesmo de baixo do vai e vem das chuvas.
Foi também durante esta semana que vivemos de perto a dura realidade da poluição nos oceanos, foi chocante caminhar por praias repletas de lixo (sobretudo plástico). 




É um facto que o problema da poluição não ocupa o topo da lista de prioridades destas populações, em que a principal preocupação está em sobreviver. No entanto, penso que com a sensibilização adequada, este poderia ser um problema resolvido a curto/médio prazo. Tem também de partir de nós fazer um esforço para reduzir a pegada ambiental e, por essa razão, essa foi uma das minhas resoluções de ano novo!


O que fazer:

. Alugar mota
Assim que chegámos à ilha alugámos mota no hotel e partimos à descoberta. A ilha é muito pequena e as estradas não são nada más em comparação com outras ilhas que visitámos. Só de mota conseguimos ver realmente o que esta ilha tem para nos oferecer. As primeiras horas na ilha relembram-nos algumas imagens que vimos na TV do tsunami de 2004, é impressionante que passados 13 anos ainda conseguimos ver vestígios de destruição.
(Espero que não encontrem elefantes pelo caminho, é sinal que a exploração desta espécie terminou!)

. Bamboo Bay Beach 
Uma das nossas praias preferidas. Apesar do tempo, é uma praia enorme com bares engraçados e comida optima! Fomos surpreendidos por uma (grande) família de macacos assim que chegámos à praia. Uma das coisas mais fascinantes desta ilha: é comum encontrar no meio da estrada vacas, macacos, elefantes, cabras, etc.



. Visitar a Old Town 
Como o nome indica, a zona mais antiga da ilha. Uma rua muito simpática com restaurantes e pequenas lojas que vendem de tudo um pouco. Foi impossível ficar indiferente aos produtos naturais feitos por eles, em especial a loção de côco com um cheiro maravilhoso!


. Mercados
Por si só os mercados na Tailândia já são uma das principais atrações e em Koh Lanta não é excepção. Perdemos a conta dos mercados que encontrámos pelo caminho com fruta fresca, comida ambulante e todo o tipo de "chinesices" que eles tentam vender a preços altamente inflacionados! 

. Koh Lanta National Park 
Mais uma vez, a melhor maneira de chegar é de mota. Podem parar nos viewpoints e tirar fotos magnificas.



. Street food 
Porque é impossível resistir à comida Tailandesa, a comida feita nas barraquinhas ou tuktuks à beira da estrada é sempre a melhor opção. Para além de ser muito mais barato a comida é deliciosa! 

. Emerald Cave 
Infelizmente não tivemos oportunidade de visitar, pois a partir de Maio torna-se complicado fazer algumas excursões porque o mar não o permite. No entanto fica na nossa lista para uma próxima.

. Sunsets 
Ao entardecer a chuva dava tréguas e proporcionou-nos os sunsets mais maravilhosos de sempre. 

. Praias a Sul
Kantiang Bay, Waterfall Bay (Ao Klong Jark) and Bamboo Bay (Ao Mai Pai).

. Four Islands Boat Tour
Mais uma vez, a chuva não nos deixou fazer o circuito das quatro ilhas para fazer snorkeling. Optámos por fazer um circuito mais pequeno de canoa.






A norte da ilha numa pequena peninsula, muito perto do porto de Saladan, fica o Crown Lanta resort. Por entre a floresta descobrimos este hotel incrível perfeito para descansar e estar em contacto com a natureza.
Com uma praia privada e um dos bares mais bonitos de toda a ilha, The Reggae Bar, onde vimos um por do sol inesquecível enquanto aproveitávamos a Happy hour.




Hope you love it
A.

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05/02/18

Ao Nang . Krabi . Thailand

Depois da semana maravilhosa em Koh Tao fizemos as malas rumo ao Sul. Ao Nang foi o destino.

Ao Nang não tem as praias mais maravilhosas do mundo mas pode ser um bom ponto de partida para chegar a muitas delas. 
Li muitas reviews negativas sobre este sítio mas acabou por me surpreender pela positiva. É verdade que é um sítio bastante turístico, no entanto, tem óptimas infra-estruturas, bairros simpáticos e cheios de animação, restaurantes para todas as carteiras, mercados com comida maravilhosa a menos de 1€ por pessoa, e hotéis não faltam.





Junto à Praia de Ao Nang podem encontrar inúmeras agencias com pacotes de viagens e passeios às outras ilhas. É aqui que é preciso ter atenção, quando a oferta é muita acaba por ser difícil escolher a melhor opção. 
Tivemos uma das piores experiências da nossa viagem porque não nos informámos como devíamos. Depois de corrermos tudo à procura de um pacote acessível para visitar as ilhas PhiPhi acabámos por escolher o mais barato e, por sua vez, o mais aliciante (quando a esmola é grande...).
Queríamos evitar ao máximo as excursões turísticas mas estávamos com o tempo contado e queríamos conhecer as PhiPhi. 
Acabámos na parte da frente de um speedboat (porque o barco ia cheio de chineses a gritar e a vomitar com os enjoos) e o que seria uma viagem de 40minutos maravilhosa tornou-se num anuncio da Pescanova altamente violento. 
As PhiPhi são maravilhosas mas a experiência foi assustadora, quase partimos a Canon com a tempestade que apanhámos e o valor não compensou as dores no corpo do dia seguinte.
Aconselhamos a apanhar o Ferry até PhiPhi e ficar por lá pelo menos uma noite.


Ao Nang Cliff Beach Resort

Situado na rua principal, foi o hotel onde estivemos durante 3 noites e foi sem dúvida dos mais bonitos onde estivemos em toda a Ásia. Numa encosta com vistas extraordinárias, quartos de sonho, piscinas que se confundem com o horizonte e um atendimento incrível.
O hotel é enorme e fascinante, para chegarmos ao topo do hotel podíamos apanhar um taxi à porta caso contrário teríamos de apanhar três elevadores diferentes, subir inúmeras escadas e passar por duas piscinas.



A não perder:

. Railay Beach. A 15 minutos de Ao Nang de barco, é uma optima praia para descansar. A praia é lindíssima e, apesar dos turistas, é uma boa aposta ficar a pernoitar e subir aos viewpoints mais conhecidos. 





. Wat Tham Sua (Tiger Cave). A tiger cave é um templo budista que fica a mais ou menos 10 minutos de carro de Krabi. Uma experiencia incrível e que vale cada centimo e cada pingo de suor! 
Negociámos com um senhor que fez connosco o percurso até à tiger Cave, com paragem na Emerald Pool a 19€ por pessoa (aposto que conseguíamos mais barato mas a verdade é que o senhor andou connosco o dia todo e deixou-nos no hotel).
A subida à Tiger Cave é um verdadeiro survivor, são 1237 degraus altamente irregulares e 278metros de altura. Leva água, muita água, porque vais precisar. A subida não é nada fácil mas quando chegas lá a cima esqueces o cansaço e as pernas a tremer, a vista é de cortar a respiração. 
Uma pequena nota: Vais encontrar macacos pelo caminho que te vão tentar roubar o que puderem, por isso cuidado com garrafas, telemóveis, chapéus, maquinas fotográficas, etc. Eles sabem o que fazem!


. Alugar um Kayak . Nesta zona de Ao Nang e Krabi há praias maravilhosas em que os acessos só são possíveis de barco. Para quem quer fugir dos grupos de turistas e descobrir praias desertas a melhor opção é alugar um kayak e ir à descoberta. Podem alugar um kayak para uma ou duas pessoas até aos 1000Baths por dia, tudo dependerá da vossa arte para negociar!

. Massagens . A praia de Ao Nang não é maravilhosa, a areia é escura e os barcos são uma constante. No entanto, do lado esquerdo da praia podemos encontrar barraquinhas de massagens com vista para o mar e restaurantes com um ambiente incrível e bem tranquilo. 











Se tiveres dicas de viagem deixa o teu comentário!
Hope you love it

A.












2

01/02/18

Como edito as minhas fotos?

Todos os dias recebo mensagens a perguntar qual é a maquina que uso e como edito as minhas fotos, por isso nada melhor que escrever um post sobre isto.
First of all, a maior parte das minhas fotos são tiradas com o iPhone (antes de Dezembro tirava com o Huawei P9) e com a Canon 6D (podem ver todas especificações da Canon 6D aqui).Nem sempre é fácil andar com uma mala cheia de objectivas, especialmente em viagem, mas a verdade é que ter uma boa objectiva faz toda a diferença.


As minhas Lentes:
Canon EF 50mm f/1.8 STM - Para detalhes, fotos em espaços com pouca luz e desfoque de fundo.
Canon EF 24-105mm f/4L IS USM II - Quando queria fotografar com mais angulo usava o iPhone mas a verdade é que esta lente tem feito maravilhas nas minhas viagens.  














Como edito as minhas fotos?
Acreditem ou não, nunca edito as fotos da mesma maneira porque, a meu ver, é impossível editar todas as fotos com a mesma luz, a mesma tonalidade e até com mesmo filtro sem que elas fiquem diferentes.

Infelizmente não há um filtro mágico que deixe todas as tuas fotos lindas e imaculadas, sempre com os mesmos tons e com a mesma luminosidade, por isso vou-te dar algumas dicas para criares um feed bonito e homogéneo.

Antes de mais, o que me chama a atenção num perfil é a originalidade e a forma como contam uma história. Nós não queremos ver perfis todos iguais, com as mesmas cores e os mesmos tipos de fotos, por isso cria o teu próprio estilo e conta a tua história! 

. Sombras e luz . Se estiveres a tirar fotografias dentro de casa possivelmente vais precisar de subir a exposição e vice versa. Por isso, brinca com a luz e as sombras para criares a tua identidade.

. Contraste e Saturação . Há quem adore fotografias muito contrastadas e saturadas. No meu caso, gosto de criar tons pastel e por isso evito grandes contrastes e saturação.

. Ajustes e "Levels" . No Photoshop e Lightroom consegues mexer nos niveis de cores (shadows, highlights, midtones) individualmente e isso permite-te corrigir com maior precisão a luz e as cores da tua fotografia. 

. TemperaturaOra vejamos, se eu tirar uma fotografia de manhã à vista do meu quarto possivelmente vou ter uma fotografia com cores frias e menos luminosidade. Se tirar a mesma foto à tarde vou ter uma fotografia com tons quentes, mais contrastes e possivelmente mais saturada.  

O mesmo acontece se tirar uma fotografia num dia de chuva ou num dia soalheiro, certo?
Mexer na temperatura de uma fotografia já é meio caminho andado para as deixar mais homogéneas. 

A verdade é que criar um feed "bonitinho" dá trabalho. Se não gostas de perder tempo com estes pormenores podes sempre usar alguns programas de edição que já vêm com packs de filtros. O VSCOcam é um dos meus favoritos e aí consegues encontrar packs engraçados e acessíveis. 
Repara que quando compras um pack de filtros não encontras apenas um filtro, encontras vários filtros com a mesma base mas com algumas diferenças na luz, saturação, contraste, etc. Um pack harmonioso e que te ajuda com os dramas da edição.


Outros programas de edição que utilizo:
. Photoshop
. Lightroom
. Snapseed
. Facetune 
. Instasize 

Deixo aqui os meus feeds preferidos para se inspirarem um bocadinho!

















With Love
A.

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